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Cultura | Sítio Arqueológico de Joanes, registros da colonização portuguesa no Marajó

Os resquícios da cerâmica Marajoara e Aruã indicam o Marajó como uma das áreas mais importantes para se conhecer a trajetória da presença do homem na Amazônia e a Vila de Joanes um palco privilegiado dessa história. O local foi um dos primeiros núcleos da colonização portuguesa no arquipélago, surgiu como uma missão jesuíta no século XVII e hoje as ruínas da igreja e seu entorno são reconhecidas como núcleo dos habitantes originais da região e seus primeiros contatos com os europeus.

Como chegar:
• Opção 1 (de barco): Do terminal hidroviário de Belém, armazém 09 (CDP), saem regularmente navios com destino ao Porto de Camará na Ilha do Marajó. A viagem dura aproximadamente 3 horas. A distância entre o porto e Joanes é aproximadamente de 22 km. No Camará, vans podem ser contratadas para fazer o deslocamento até Joanes.
• Opção 2 (com carro e balsa): Saídas de balsas do distrito de Icoaraci em Belém. A travessia dura entre 3 e 4 horas até o porto do Camará, a partir daí o deslocamento até a Vila de Joanes é rodoviário.

O que fazer:
Visita às ruínas, contemplação da baía do Marajó, banho na praia de Joanes, comer e beber nas barracas da praia.

 
 
  
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